Um recomeço. Enfim: intenção, experimento. Deixa correr ali. Já logo prá recomeçar. De um tanto bom. Sessentindo, sensentido: alucina. Uma hora. Sessenta! cê-senta.

A intenção é organizar linhas imediatas ao experimento. Aparalelas. Fugas redundantes. Seu tempo é pre’ocioso. Precisamente descartado.

Porque insistir sobre a preciosidade da pausa, o preciosismo silencioso da palavra? Silêncio é preciosismo verborrágico, arrogância aleatória: calmaria.

As linhas do experimento, sem sobrescreverem nada, movem-se: manifesto habitado, pesado e confuso. Um ato, dois de dedo. Antes, credo. Ante à tela.

Esqueci o medo, já perdi a linha. É assim sempre, como se. Em qualquer tempo.

Relembra: há um ano, recomeçara o recomeço. Eterno: ritornelo. Tropeço.




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